A guerra, nas suas diversas formas, traz dor, destruição e sofrimento à humanidade. Num mundo interconectado, onde as fronteiras tornam-se cada vez mais fracas, é hora de unirmos as nossas vozes e apelar ao fim do ciclo da violência.
As consequências da guerra vão para além das batalhas, elas manifestam vidas perdidas, famílias despedaçadas e devastação pelas comunidades. Cada conflito deixa cicatrizes profundas que perduram nas gerações, criando um ciclo vicioso de ódio e vingança.
É fundamental procurar o diálogo como a primeira e mais eficaz ferramenta para a resolução dos conflitos. A diplomacia, a empatia e a compreensão mútua devem prevalecer sobre armas e confrontos. O futuro das próximas gerações depende das nossas escolhas!
Devemos apelar aos líderes mundiais e aos cidadãos em todo o mundo: Pelo término da guerra e oferecer uma nova narrativa, que nessa não contemple ódio e terror, deve ser baseada na paz e na solidariedade. Devemos juntos construir pontes, fomentar o entendimento e promover a justiça social. A paz não é apenas a ausência da guerra: é um estado ativo de bem estar e harmonia.
Juntos podemos transformar o desespero em esperança e a destruição em reconstrução. Que este apelo ressoe no nosso coração, lembrando de que, por trás de cada estatística de guerra, existe uma vida, uma história, um sonho. A paz é possível, ela começa em cada um de de nós.
“A paz não é apenas a ausência da guerra: é um estado ativo de bem estar e harmonia”.

